ESPAÇO COLECTIVO ARTISTICO E CULTURAL - COORDENADO PELA POETISA AMÉRICA MIRANDA - E ONDE SE INSEREM AS CONTRIBUIÇÕES DE TODOS OS TERTULIANOS, TANTO EM VERSO COMO EM PROSA, COM O OBJECTIVO DE DIVULGAÇÃO E HOMENAGEM AO GRANDE POETA ELMANO SADINO !
Quarta-feira, 26 de Julho de 2006
FRASEOLOGIA BOCAGEANA

Bocage tinha envergadura para uma afoiteza dessas, e o ambiente o não subjugasse, - pois é de altíssimo poeta o maravilhoso exame de consciência do soneto seguinte:” meu ser evaporei ...”

Fidelino de Figueiredo


O acto de penitência que o fez escrever «Se creste em mim, gente ímpia, rasga meus versos, crê na Eternidade» encontra-se superado pelo valor dos seus melhores sonetos que, esses sim, desafiam a Eternidade"

José da Silva

Há na sublime individualidade de Bocage o que quer que seja de extraordinário que nos encanta, que nos arrebata, que nos enche de um entusiasmo inexplicável, delirante mesmo”.
Abílio David

... homenagem ao que possuia a alma mais alevantada e nobre que em peito português pulsou, nesses tempos de ignominiosa baixeza cívica e individual”.
Joaquim Brandão

Que ao menos a cidade de Setúbal saiba honrar a memória do seu filho dilecto, que é também uma glória de Portugal”.
Fazenda Junior

... o mais fecundo lírico deste Século, o improvisador de mais fácil e abundante veia – Bocage”.
João da Rosa Martins

´«E o rei da Literatura Portuguesa de então – Manuel Maria de Barbosa du Bocage. Bocage era o verdadeiro Rei daquelas inteligências todas – rei solitário e soberbo como o Sol, tento como ele uma missão criadora e sublime – a do Génio”.
Manuel António de Azevedo

Saudosa Gema, ó Lísia! Céus! Delira!
Mortais, perdemos já no insigne Elmano,
Qual no Ismário cantor, um Deus da Lira”.
José Sabino dos Santos Ramos

Na segunda metade do Século passado, nasceu nesta cidade um homem que, pela força admirável do seu estro, veio a ser uma das glórias deste país, e o mestre querido de quantos falam a nossa Língua aquém e além Atlântico”.
Marquês d' Ávila e Bolama
 

Mestre querido! Viverás em quanto
Houver quem pulse o mágico instrumento,
E preze a língua que prezavas tanto.
E em quanto houver n' um ponto do Universo
Quem ame e sofra, e amor e sofrimento
saiba, chorando, traduzir em verso”.

Olavo Bilac


publicado por assismachado às 17:21
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