ESPAÇO COLECTIVO ARTISTICO E CULTURAL - COORDENADO PELA POETISA AMÉRICA MIRANDA - E ONDE SE INSEREM AS CONTRIBUIÇÕES DE TODOS OS TERTULIANOS, TANTO EM VERSO COMO EM PROSA, COM O OBJECTIVO DE DIVULGAÇÃO E HOMENAGEM AO GRANDE POETA ELMANO SADINO !

MANUEL ALEGRE - O COMBATE DA POESIA !
É com a maior satisfação cívica que vimos manifestar o nosso respeito e homenagem pelo resultado conseguido pelo candidato e poeta português Manuel Alegre.
Ao conseguir o segundo melhor resultado destas Eleições entre seis candidatos , contra a maioria das expectativas, Manuel Alegre logrou provar que a actividade de poeta pode dignificar e valorizar, de igual modo, a integração de qualquer cidadão na sua prática comum de cidadania, mesmo que não tenha o apoio expresso de organizações políticas.
Esta sua atitude, pela sua dimensão humanista e social, mais vem dignificar a grandeza real e o papel da Poesia no concerto das Artes Nacionais. Assim os poetas portugueses não esqueçamos que Portugal desde sempre tem sido um país de Poetas ! aproveitem esta vaga de fundo de auto-estima para conquistarem aquele lugar que merecem na Cultura Portuguesa !
N. B. Biografia Síntese de Manuel Alegre :
Manuel Alegre, natural de Águeda, estudou Direito na Universidade de Coimbra, onde foi dirigente estudantil. Mobilizado em 1962 para Angola como oficial miliciano, foi preso pela polícia política por não querer participar na guerra colonial. Depois de em 1963 regressar a Coimbra, sob o regime de residência fixa, conseguiu, no ano seguinte, desertar. Até 2 de Maio de 1974, viveu em Paris e mais tarde em Argel, onde foi locutor da emissora Voz da Liberdade. Conhecido pela actividade política, tem-se dedicado também à produção literária, com incidência particular na poesia. Em 1999, foi-lhe atribuído o Prémio Pessoa. E, agora, em 2006, candidatou-se à Presidência da República tendo conseguido o segundo lugar, com 20,7% dos votos
Obras: Poesia Praça da Canção (1965), O Canto e as Armas (1967), Um Barco para Ítaca (1971), Coisa Amar (Coisas do Mar) (1976), Nova do Achamento (1979), Atlântico (1981), Babilónia (1983), Chegar Aqui (1984), Aicha Conticha (1984), Com que Pena Vinte Poemas para Camões (1992), Sonetos do Obscuro Quê (1993), Coimbra Nunca Vista (1995), As Naus de Verde Pinho (1996), Alentejo e Ninguém (1996), Che (1997), Pico (1998), Senhora das Tempestades (1998) e Livro do Português Errante (2001).
Tertúlia Poética Ao Encontra de Bocage