ESPAÇO COLECTIVO ARTISTICO E CULTURAL - COORDENADO PELA POETISA AMÉRICA MIRANDA - E ONDE SE INSEREM AS CONTRIBUIÇÕES DE TODOS OS TERTULIANOS, TANTO EM VERSO COMO EM PROSA, COM O OBJECTIVO DE DIVULGAÇÃO E HOMENAGEM AO GRANDE POETA ELMANO SADINO !
Segunda-feira, 18 de Abril de 2005
A SAGA BOCAGEANA - O QUE DIZEM OS FAMOSOS DE BOCAGE
- “Estilo terno e nobre; linguagem pura e clara; dicção concisa e ornada; versificação deliciosa, como nenhuma, nem antes, nem depois dele, ainda entre nós apareceu. (…)
Elmano que talvez em seu género nos ficará sendo único, de força devia deslumbrar e encantar pelo caudal inexaurível, brilhante e estrepitoso da sua veia, que eu apelidarei, e ria quem rir, um Niágara de talento. (…)
Camões e Bocage. Que pontos de contacto entre estas duas glórias nacionais”.

António Feliciano de Castilho.

- “Mais poderíamos, para honrar Petrarca, chamá-lo o Bocage italiano, do que, para honrar Bocage, designá-lo pelo Petrarca português”.

José Castilho

- “Depois de Camões, Bocage foi o nosso primeiro poeta popular. (…)
Bocage é o tipo mais perfeito da sua escola, e de facto devia sê-lo. Ele popularizou a arte porque poetou principalmente para o povo, e embalou ao mesmo tempo com a melodia da linguagem, com o sonoro do metro, essas almas rudes mais atentas à harmonia da forma que ao poético do pensamento”.

Alexandre Herculano

-“As portas da eternidade, porém, estavam a abrir-se, naquela hora, ao mais inspirado e desditoso génio que ainda viveram portugueses. (…)
Manuel Maria Barbosa du Bocage, o poeta cuja popularidade lhe sobreviveu meio século e será ainda conhecido pelo nome quando já ninguém lhe conhecer os livros”.

Camilo Castelo Branco

-“Bocage para ser o primeiro poeta depois de Camões, faltou-lhe apenas a época própria e a vida mais larga. (…).
A musa não confiou de outro a lira de Elmano. Príncipe na arte clássica, percursor, para nós, da revolução literária, que antevê em arrojos sublimes, e em rasgos de doçura e de crença. Bocage levou consigo o segredo da harmonia e da grandeza épica. (…)
O Soneto, essa forma estreita e árdua ninguém a possui como Elmano, e neste género rivaliza com os primeiros da Europa, sendo, sem contestação, o primeiro entre os nossos”.

Rebelo da Silva


publicado por assismachado às 12:09
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