ESPAÇO COLECTIVO ARTISTICO E CULTURAL - COORDENADO PELA POETISA AMÉRICA MIRANDA - E ONDE SE INSEREM AS CONTRIBUIÇÕES DE TODOS OS TERTULIANOS, TANTO EM VERSO COMO EM PROSA, COM O OBJECTIVO DE DIVULGAÇÃO E HOMENAGEM AO GRANDE POETA ELMANO SADINO !
Sábado, 8 de Abril de 2006
AGOSTINHO DA SILVA - O DECANO DOS INTELECTUAIS PORTUGUESES



                                                TÁBUA BIOGRÁFICA


1906 - Nasce na cidade do Porto, aos 13 de fevereiro.
1929 - Doutora-se em Filologia Clássica, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, apresentando a tese Sentido Histórico das Civilizações Clássicas.
1931 - Por encargo da Junta Nacional de Educação, funda o Centro de Estudos Filológicos da Universidade de Lisboa. Realiza Estudos de História e Literatura na Sorbonne e no Collège de France, até 1933.
1933 - Regressa a Portugal, onde trabalha como professor no Liceu de Aveiro.
1935 - É demitido por se ter recusado a assinar uma declaração onde deveria declarar não pertencer a nenhuma organização secreta.
1944 - Por ser adversário do regime autoritário português, transfere-se para o Brasil. Desempenha as funções de professor universitário na Faculdade Fluminense de Filosofia e trabalha nos serviços de Investigação Histórica do Ministério das Relações Exteriores e da Biblioteca Nacional. Leciona também nos "Colegios Libres" do Uruguai e Argentina.
1952 - É professor fundador da Universidade Federal da Paraíba.
1955 - É professor fundador da Universidade Federal de Santa Catarina.
1957 - Reflexões à Margem da Literatura Portuguesa.
1959 - Um Fernando Pessoa. Passa a lecionar na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas de Salvador, na Bahia, onde funda o importante Centro de Estudos Afro-Asiáticos, que lhe confere base institucional para, como assessor de Política Cultural Externa do Presidente Jânio Quadros, intervir efetivamente na política externa do Brasil relativamente à África.
1960 - Publica As Aproximações na coleção "Filosofia e Ensaios" de Guimarãs Editores (Lisboa).
1961 - Pouco depois da renúncia de Jânio Quadros em 24 de agosto, retira-se da Bahia. Funda o Centro de Estudos Goianos na Universidade Federal de Goiás. Participa, a convite de Darcy Ribeiro, da Fundação da Universidade de Brasília.
1962 - Cria na Universidade de Brasília o Centro Brasileiro de Estudos Portugueses, regressa definitivamente a Portugal.
1983 - Dirige o Centro de Estudos Latino-Americanos do Instituto de Relações Internacionais da Universidade Técnica de Lisboa.
1989 - Lembranças Sul-Americanas, volume de ficção narrativa.
1990 - É aclamado "patrono" da VII Bienal de Artes de Cerveira (Portugal).
1994 - Morre em Lisboa, aos 3 de abril.

        PALAVRAS DO PROFESSOR A UM APRENDIZ DE FILÓSOFO

"Do que você precisa, acima de tudo, é de não se lembrar do que lhe disse: nunca pense por mim, pense sempre por você; fique certo de que mais valem todos os erros se forem cometidos segundo o que pensou e decidiu do que todos os acertos, se eles forem meus, não são seus. Se o Criador o tivesse querido juntar muito a mim não teríamos talvez dois corpos distintos ou duas cabeças também distintas. Os meus conselhos devem seguir para que você se lhes oponha. É possível que, depois da oposição, venha a pensar o mesmo que eu; mas, nessa altura, o pensamento já lhe pertence. São meus discípulos, se alguns tenho, os que estão contra mim; porque esses guardam no fundo da alma a força que verdadeiramente me anima e que mais desejaria transmitir-lhes: a de não se conformarem".



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LÍDIMA LUTADORA DA CAUSA BOCAGEANA




                                                          BOCAGE 

                                                               Por 
                                                  América Miranda

Manuel Maria L’Hedois de Barbosa du Bocage, o maior poeta lírico do Século XVIII, nasceu em Setúbal a 15 de Setembro de 1765 e faleceu em Lisboa, com 40 anos de idade, no dia 21 de Dezembro de 1805. De ascendência francesa por parte da mãe, frequentou a Academia Real da Marinha, tendo vivido no exercício das suas funções de oficial da Armada, no Brasil, Índia e na China.
Regressado a Portugal e tendo constatado que a sua amada Gertrúria o tinha trocado pelo seu irmão mais velho, entrega-se a profundo desgosto.
Mais tarde ingressa na Nova Arcádia, com o pseudónimo de Elmano Sadino – Elmano anagrama de Manoel e Sadino por ter nascido na terra do lindo rio azul – o Sado. Foi afastado da Nova Arcadia, pois visava os seus pares com violência satírica. Acusado injustamente de perfilhar ideias heréticas e perigosas, foi encerrado no Limoeiro e mais tarde foi entregue aos Congregados do Oratório. No convento decorre-lhe um período de abundantíssima criação literária. O seu espírito boémio e irreverente lança-o quase na miséria. É triste constatar que este grande mestre do Soneto e poeta satírico, dificilmente igualável, que não gostaria de ser esquecido, tenha no decorrer dos séculos, sido apontado como o poeta das anedotas que lhe atribuíram e nem sequer são verdadeiras.
Por isso, hoje, neste “Arauto de Bocage” o recordo uma vez mais e pretendo elevar o seu nome. Dele José Régio disse: “Um precursor da nossa moderna poesia de ideias, bem assim como pintor, particular e poderoso de ideias, de certos grandes instintos e sentimentos primários. O impulso erótico, o sentimento do ciúme, a obsessão da morte”.
No Soneto maior do que Camões e Antero segundo a opinião de diversos e grandes poetas, entre eles Almeida Garrett.

América Miranda





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SAUDADES BUCÓLICAS DA NATUREZA
Já o Inverno, espremendo as cãs nevosas,
geme, de horrendas nuvens carregado;
luz o aéreo fuzil, e o mar inchado
investe ao Pólo em serras escumosas.

Oh, benignas manhãs! Tardes saudosas,
em que folga o pastor, medrando o gado,
em que brincam no ervoso e fértil prado
Ninfas e Amores, Zéfiros e Rosas!

Voltai, retrocedei, formosos dias!
Ou antes, vem, vem tu, doce beleza,
que noutros campos mil prazeres crias;

E ao ver-te sentirá minh’ alma acesa
os perfumes, os encantos, as alegrias
da Estação que remoça a Natureza !

Bocage, In  Rimas



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EDITORIAL BOCAGEANO - EM LOUVOR DE BOCAGE !
                                                  

                    
                                                      EDITORIAL

Manuel Maria de Barbosa du Bocage, que os íntimos chamavam de “Manuel Maria”, nasceu em 1765 e faleceu em 1805, atravessando uma época de transição do “pré-romantismo” para aquela designada “romântica”, era plena de conflitos e contradições. Dois mundos ideológicos em contraste e que pelos seus próprios conflitos reais, ninguém a poderia representar melhor.
Não é muito difícil reconstituir a vida daquele rapaz moreno, de olhar azul lindo, em fogo, com a sua cabeleira sempre descomposta pelo bulício da sua cabeça em agitação nervosa, de onde surgia toda a eloquência poética que arrebatava os amigos que o rodeavam.
Quando a sua veia era interrompida, o poeta esfregava a testa, beliscava o peito e o jorro tornava a rebentar. Era natural que a vida do Vate se deixasse arrebatar por vezes pela ventania de tantas emoções e que tanto efeito deveriam ter sobre a sua própria emotividade.
Manuel Maria de Barbosa du Bocage, o mestre incontestável do Soneto, o poeta irrequieto e sofredor, digno da admiração de toda a humanidade, mas infelizmente tantas vezes incompreendido.
 

América Miranda
In  O ARAUTO DE BOCAGE, Nº  99/100 


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Sexta-feira, 7 de Abril de 2006
A TRIBUNA DOS POETAS - FÉLIX HELENO E AMÉLIA MARQUES

                 GERAÇÃO

Por
Félix Heleno

Sou filho dum ser – pais que separados
me fizeram vir ao mundo assim perdido
como frutos que em pomares são rejeitados
eu asou fruto dum amor nunca vivido.

Não sou filho nem sou Pai sou um ser só
que nasceu sofreu e viveu só por viver
a minha esterilidade é como o pó
desse pó que eu era antes de o ser.

Os meus filhos são os versos que escrevi
os meus netos os sonetos que inventei
os meus sonhos são a minha inspiração.

Se sou estéril desde a hora em que nasci
os poemas que vivi e que cantei
é que hão-de ser a minha geração.

Félix Heleno
do s/ livro “Olhos da Mente”

*

                    POETAS

Por
Amélia Marques

Camões, Bocage e Quental,
em poesia, como vós não houve igual,
fostes as mais brilhantes estrelas
da Língua de Portugal.
...

Bocage!

Nesta vida terrena,
onde impera a maldade,
há quem te respeite e defenda
até às últimas consequências...
Se necessário for
lendo os teus maravilhosos Sonetos
com ternura e carinho.
Sonetos que flutuam
no infinito Firmamento
iluminados pelas estrelas.




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A "CONTRA-POESIA" DO PODER

    



BOCAGE E O PODER POLÍTICO


No século XVIII prevalecia um puritanismo limitador. Com efeito, era difícil uma pessoa assumir-se integralmente, de corpo e alma. Tabus sociais, regras estritas, uma educação preconceituosa, a moral católica tornavam a sexualidade uma vertente menos nobre do ser humano. Por outro lado, uma censura férrea mutilava indelevelmente os textos mais ousados e a omnipresente Inquisição demovia os recalcitrantes. Em presença desta conjuntura, ousar trilhar a senda do proibido, transgredir era, obviamente, um apelo inexorável para os escritores, uma maneira salutar de se afirmarem na sua plenitude, um imperativo categórico.
Em Bocage, a transgressão foi pedra de toque, o conflito generalizado. As suas críticas aceradas aos poderosos, a determinados tipos sociais, ao novo-riquismo, à mediocridade, à hipocrisia, aos literatos, o seu anti-clericalismo convicto, a apologia dos ideais republicanos que sopravam energicamente de França, a agitação que disseminava pelos botequins e cafés de Lisboa, o tipo de vida "pouco exemplar" para os vindouros e para os respeitáveis chefes de família e a sua extrema irreverência tiveram como corolário ser considerado subversivo e perigoso para a sociedade.
Poder-se-á afirmar que a poesia erótica de Bocage adquiriu uma dimensão mais profunda do que a que foi composta anteriormente. Pela primeira vez, é feito um apelo claro e inequívoco ao amor livre. A "Pavorosa Ilusão da Eternidade - Epístola a Marília", constitui uma crítica contundente ao conceito de um Deus castigador, punitivo e pouco sensível ao sofrimento da humanidade – à revelia dos ideais cristãos – que grande parte do clero perfilhava; mas também consubstancia um acto de subversão na medida em que convida Marília "à mais velha cerimónia do mundo", independentemente da moral vigente e dos valores cristalizados. Estava, à luz dos conceitos da época, de certa maneira, a minar as bases da sociedade, pondo em causa a própria família.
O referido poema, bem como o seu estilo de vida, estiveram na origem do seu encarceramento, por ordem irreversível de Pina Manique, irrepreensível guardião da moral e dos costumes da sociedade. A prisão do Limoeiro, os cárceres da Inquisição, o Mosteiro de S. Bento e o Hospício das Necessidades, por onde sucessivamente passou para ser "reeducado", não o demoveram da sua filosofia de vida, estuante de liberdade, interveniente, pugnando pela justiça, assumindo-se integralmente, ferindo os sons da lira em demanda do apuro formal que melhor veiculasse as suas legítimas preocupações.

Daniel Pires



publicado por assismachado às 23:00
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A TRIBUNA DOS POETAS - EUGÉNIA CHAVEIRO E CUSTÓDIA PEREIRA
SÚPLICA
Por
Eugénia Chaveiro

Eu supliquei ao tempo que parasse!
P' ra fazer algo que ainda não fiz,
ao sol e às estrelas para ser feliz,
à Divindade que não me abandonasse...

Ao Firmamento eu implorei compaixão!
Que escondesse o sol ao amanhecer,
não me aquecesse logo ao nascer,
e o orvalho não perfurasse meu coração...

E assim fui suplicando dia após dia!
Que minhas penas voassem com o vento,
pois teimam em não escutar meu lamento,
entoando um acorde de triste melodia...

Por mais que introduza bemóis ou sustenidos
oiço sonorizar como num "carrilhão"...
Mas, neste tão amargurado coração,
só ecoa a "sinfonia dos gemidos"...

Nos tortuosos passos, desta caminhada,
os "sons" do meu vazio vou escutando,
em soluços e lágrimas suspirando
calcorreando em "Dó" até ao fim da estrada!...

*
DESABAFO NA POESIA

Por
Custódia Pereira

Na poesia encontro a paz que necessito
e assim escrevendo alivio a minha dor,
são frases curtas que teimo e insisto
em demonstrar meu carinho com amor.

Ao leres o que escrevo irás pensar
que dramatizo a sorte que Deus me deu,
mas não me queixo, só quero desabafar
e se choro, isso é problema meu.

Compreende que é triste a solidão
e o amor faz falta ao coração...
por isso não rias da minha escrita.

Um dia também a solidão te bate à porta
ficarás gelada, quase morta ...
e irás precisar de um carinho, acredita.


publicado por assismachado às 22:29
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AGOSTINHO DA SILVA - O TESTEMUNHO DOS SÁBIOS

A Verdadeira Coragem Humana

Se estás disposto a nunca usar da violência, e sempre resistindo, torna-te forte de corpo e de alma; é a mais difícil de todas as atitudes; exige a constante vigilância de todos os movimentos do espírito, o domínio completo de todos os impulsos dos nervos e dos músculos rebeldes; a agressão é fácil contra o medo e também a primeira solução; para que, em todos os instantes, a possas pôr de lado e substituí-la pela tranquila recusa, não te deves fiar nos improvisos; a armadura de que te revestes nos momentos de crise é forjada dia a dia e antes deles; faz-se de meditação e de ginástica, de pensamento definido e preciso e de perfeitos comandos; quando menos se prevê surge o instante da decisão; rápida e firme, sem emoções ou sufocando-as, tem que trabalhar a máquina formada. Que trabalhar, sobretudo, humanamente; a visão do autómato é a pior de todas para os amigos do espírito; não serão teus elementos nem a secura, nem a estóica dureza, nem o ar superior, nem as cortantes palavras; requere-se no inabalável a humanidade, o sorriso afectuoso, a íntima bondade, a desportiva calma, amiga do adversário, de quem joga um bom jogo; sozinho guardarás as lutas interiores que tens de suportar, a batalha contínua para impores o silêncio aos instintos de ataque e da vingança; será tua boa auxiliar a pele dura e uma carne que, domada, suporte, sem revolta, as provações e os trabalhos; o óleo do ginásio ajuda Marco Aurélio; quem se adivinha senhor de si melhor resistirá sem violência a tudo o que inventou a real fraqueza do contrário; e só tem que se guardar dos perigos da altivez e do desprezo.

Agostinho da Silva, in 'Considerações e Outros Textos'



publicado por assismachado às 19:27
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A TRIBUNA DOS POETAS - Mª DE LOURDES AGAPITO E GRACIETT VAZ
RETRATO
Por
Mª de Lourdes Agapito

Se vais, indolente, sem arte nem jeito,
buscando no tempo os embustes da vida,
que cenário fundo terás no teu peito,
que retrato será o da tua partida ?

Que drogas te abalam teu próprio respeito,
que chaga te abraça, tão triste e dorida ?
Não queiras na morte um caminho tão estreito
e faz dele, por ti, uma larga avenida ...

Se vês impossível o peso da cruz,
repara que escorre do céu, luz da luz,
que empresta a teus olhos bem mais lucidez.

Levanta-te, irmão, da fundura da escúria,
o Tempo e a Era são hoje de glória,
sorri para a Vida, de novo, outra vez !
*

FONTE  INESGOTÁVEL

Por
Graciett Vaz

Alentejo, doce fonte inesgotável,
onde a minha musa vai beber
quando ganha asas de vento afável
refresca-se no condão do teu saber.

Quase sempre, à tarde, ao escurecer
embevecida no teu cântico adorável
em teus braços costuma adormecer.
E julga-se um campo invejável.

Sonhando, imagina-se criança,
então, solta os cabelos ao vento,
salta, salta e ganha confiança.

P' la manhã, quando o sol desponta
e nas silvas a toutinegra já canta
acorda feliz e saceia a garganta.


publicado por assismachado às 18:59
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SETÚBAL - UMA PERSPECTIVA PARA BOCAGE

PERSPECTIVA BOCAGEANA

I - Museu Bocage

 

Exposição permanente sobre a Vida, a Obra e a Época do Poeta, complementada com uma reconstituição cenográfica inspirada no mais célebre quadro que o representa, de Francisco Augusto Flamengo, e com obras de artistas contemporâneos inspirados na figura de Bocage.

Nomeadamente, a interpretação de Pomar do soneto do Auto-retrato ou ilustrações de Lima de Freitas sobre poemas do autor, poemas visuais nele inspirados e a vasta iconografia bocagiana. Apesar de permanente, a exposição admitirá a rotatividade de certas peças.

A exposição centrar-se-á em três temas fundamentais: as viagens, a Setúbal do tempo de Bocage e os vários aspectos da sua obra de escritor.

 

II - Biblioteca Bocagiana

 

Formação de uma Biblioteca Bocagiana que inclua todas as edições da obra do escritor, partituras, peças de teatro e toda a bibliografia passiva que foi sendo redigida sobre o Poeta nos últimos 200 anos;

Propomo-nos ainda reunir espécimes bibliográficos que nos facultem uma reconstituição de carácter abrangente do século XVIII, com particular incidência no nosso país e em França, cuja cultura foi determinante no Reino.

                                                                                 

III - Centro de Documentação

 

Pretende-se inventariar tudo aquilo que foi escrito por Bocage e ainda os ensaios, poemas, artigos na imprensa periódica sobre a sua obra.

Aferir toda a investigação em curso a nível mundial.

Facultar aos investigadores nacionais e estrangeiros meios para perspectivarem com maior profundidade a obra e a personalidade de Bocage.

O referido Centro de Documentação Bocagiano ficará dotado do acervo documental digitalizado sobre Bocage, constituindo assim um núcleo imprescindível para o acesso a todas as fontes sobre a obra, a vida e a época de Bocage e  ficará ligado em rede aos Departamentos de Literatura Portuguesa das Faculdades, Institutos e outros estabelecimentos de ensino nacionais e estrangeiros que directa ou indirectamente estudem a sua época.

O núcleo Bocagiano existente na Biblioteca Pública Municipal de Setúbal será transferido para este Centro de Documentação.

Há ainda o objectivo de estabelecer protocolos no domínio da informação com Universidades estrangeiras, designadamente a de Montepelier a Universidade de Santiago de Compostela, a Universidade Paris VIII e a Voltaire Foundation, sediada em Inglaterra.

 

IV  -  Para que sejam viáveis estes sonhos/projectos das gentes de Setúbal têm a palavra os Poderes constituidos !  Ganhará a Cidade, ganhará o País e será honrado como merece o grande VATE SETUBALENSE !



publicado por assismachado às 18:39
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