ESPAÇO COLECTIVO ARTISTICO E CULTURAL - COORDENADO PELA POETISA AMÉRICA MIRANDA - E ONDE SE INSEREM AS CONTRIBUIÇÕES DE TODOS OS TERTULIANOS, TANTO EM VERSO COMO EM PROSA, COM O OBJECTIVO DE DIVULGAÇÃO E HOMENAGEM AO GRANDE POETA ELMANO SADINO !
Terça-feira, 1 de Maio de 2007
OS AMIGOS DE ITÁLIA - ACADEMIA INTERNAZIONALE "IL CONVIVIO"

METAMORFOSI

di
Giovanni Formaggio

Qui, tra le braccia del tramonto
vivo la mia metamorfosi.
Slaccio le scarpe del giorno
l’ anima trasuda di sole
odoro di nuovo mosto
presagio di generose primavere.
Il cuore respira incensi
di resurrezione
s’ abbandona ai silenzi della sera
ruba loce a quel prato
di stelle.
Qui, filo d’ erba tra le braccia
della notte
mi sento pergamena
con preghiere antiche
vela d’ oro
cullata dalla mano di Dio.

*

METAMORFOSES

Por
Giovanni Formaggio

Aquí, nos braços do pôr-do-sol
vivo as minhas metamorfoses.
Desaperto os sapatos do dia
a alma impregnada de sol
inspira o novo mosto
prenúncio de generosa promavera.
O coração respirando incensos
de ressurreição
abandona-se aos silêncios da noite
roubando luz num prato
de estrelas.
Aqui, fio de erva nos braços
da noite
sinto-me trespassado
com antiga prece
vela de ouro
embalada pela mão de Deus.

**

LA NOSTRA VITA

Di
Giovanni Formaggio


La nostra vita è qui
in questa casa abbrunita dal tempo,
tra le braccia dei campi.
Ti portai, per mano,
molti anni fa,
incontro a miraggi di sogno...
Qui, viviamo gioie e dolori
nell’ inesorabile andare delle stagioni…
Insieme,
guardiamo sulla madia
i ritratti dei figli.
Nel silenzio discreto dei campi,
seduti sulla pietra,
accanto al vaso grande dell oandro,
affiamo tanto di loro,
per mano,
come quel giorno rimasto intantto nel cuore,
attraversiamo il gorgo...
Cosi che il primo di noi che se n’ andrà
possa dire all’ altro:
fummo felici insieme.

*

A NOSSA VIDA

Por
Giovanni Formaggio


A nossa vida está aqui
neste casa bronzeada pelo tempo,
nos braços das campinas.
Levar-te-ei pelas mãos,
muitos anos passados,
de encontro às miragens do sonho...
Aqui, vivamos alegrias e dores
no inflexível decorrer das estações...
Juntos,
guardemos sobre a arca
os retratos dos filhos.
No silêncio discreto dos campos,
sentado sobre a pedra,
ao pé do vaso grande de alcoendro,
confiemos em toda a gente.
Por mão,
aquele dia estando intacto no coração,
atravessemos o redemoinho...
Assim o primeiro de nós que não viagem
possa dizer ao outro:
fomos felizes juntamente!

**



publicado por assismachado às 13:29
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